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05 · Patrimonial

Planejamento Patrimonial.Organização e sucessão do patrimônio.

Estruturação jurídica para organização, proteção e sucessão do patrimônio empresarial e familiar, com base em fundamentos técnicos e sem promessas.

Por que importa

Planejamento patrimonial existe para organizar decisões que a família teria que tomar no inventário, sob pressão. É atividade técnica, escrita em documentos e sujeita a limites legais claros — organização patrimonial fraudulenta é ineficaz perante credores.

Sinais típicos

Quando essa demanda costuma aparecer.

  • Ativos misturados entre pessoa física e empresa
  • Sucessão dependente exclusivamente de inventário
  • Herdeiros sem regra de convivência com o patrimônio
  • Empresa familiar sem separação entre gestão e propriedade
  • Falta de organização entre participações societárias
  • Ausência de instrumentos de proteção lícitos
Como atuamos

Método, não improviso.

Cada etapa entrega documento verificável e reduz risco de interpretação divergente na etapa seguinte.

  1. 01Diagnóstico dos ativos e dos objetivos
  2. 02Escolha entre holding, doação com reserva de usufruto e outros instrumentos
  3. 03Regime de bens e pacto antenupcial quando cabíveis
  4. 04Cláusulas restritivas (incomunicabilidade, inalienabilidade, impenhorabilidade)
  5. 05Tratamento tributário coordenado com contador
  6. 06Documentação completa e defensável
Perguntas frequentes

Respostas diretas para o que costuma pesar na decisão.

Holding familiar sempre vale a pena?

Não. Holding faz sentido para famílias com patrimônio diversificado e intenção sucessória, porque unifica a administração e antecipa decisões. Para patrimônio único e concentrado, o custo de manutenção pode superar o benefício. A avaliação é feita caso a caso.

Planejamento patrimonial protege contra credores?

Depende. Organização lícita e feita em momento adequado é oponível a terceiros; organização feita quando a dívida já está iminente pode caracterizar fraude a credores (arts. 158 e ss. do Código Civil) e ser desconstituída. O planejamento correto é preventivo, não corretivo.

ITCMD e ITBI mudam o cálculo?

Sim. Impostos de transmissão incidem em diversas etapas (integralização, doação, ajuste) e podem inviabilizar estruturas que parecem economicamente eficientes no papel. Cálculo tributário integra o desenho do plano.

Precisa envolver contador?

Sempre. Planejamento patrimonial e sucessório tem componente jurídico, tributário e contábil. A atuação é feita em coordenação com o contador da família.

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